terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Eragon em: Alien vs Predador

Eu tinha um dragão e era legal. Ando sonhando muito com dragões ultimamente. O meu dragão era azul e se chamava Saphira (sim, era a própria Saphira do Eragon), mas eu não vivia em Alagaësia, era Curtiba mesmo. Eu não lembro se estava fugindo ou só indo para algum lugar, mas lembro que eu tinha uma espécie de rédeas pra me segurar no dragão, que não era muito confortável. Mas era um negócio esquisito de plástico, o dragão mordia uma parte e eu me segurava na outra. O negócio era pequeno, pouco maior que minha mão. Como ele cabia dentro da boca do dragão enorme é um mistério, mas o fato é funcionava bem, só que o que eu tinha não encaixava direito na minha mão, então tinha que comprar outro. Fui na farmácia fazer isso e lá tinha um modelo muito anatomico. Paguei 102 reais por ele, o que achei absurdo de caro, já não esperava mais de 20 reais. Fiquei com vergonha de recusar e paguei, pensando que ia ter que repor o dinheiro pro Congresso depois.

O dragão mordia de um lado e você segurada no outro. Tentativa fail de desenhar.

Fui correndo experimentar e era muuuito melhor mesmo. A Saphira até aproveitou pra fazer umas manobras aereas, me virando de cabeça pra baixo. Foi desesperador isso, e morri de medo de ter que fazer isso em alguma batalha.
Agora, eu não lembro de detalhes do sonho, mas eu sei que estava num prédio grande com algumas pessoas, mas não lembro se era algum lugar do governo ou uma universidade. Sei que de repente diversos Predadores tomaram o local e fizeram a gente de refém. Eles iam explodir o local, mas não nos deixavam sair. Aquilo foi me dando um desespero terrivel! Até que resolvi lutar com eles pra me deixarem passar. Consegui me aproximar da porta, mas então um Predador veio andando de fora dso prédio com uma arma apontada pra minha cabeça. A Saphira poderia lidar com ele rapidamente, mas ela estava longe. Então, fiz contato mental com ela e lembro de dizer "Saphira!!!!!! Agora é uma boa de você aparecer!!!!!!!!" desesperadamente. Eis que ela chega voando por trás do Predador e acerta ele e mais um monte em cheio, atravessando a entrada do prédio e salvando a todos. Com eles derrotados, me senti aliviada, e sai andando pelo prédio, assim como a Saphira.


Agora, eu estava na mente dela, ou era ela, não sei. Mas sei que estava andando num corredor e vi uma espécie de quadra esportiva cheia de mato e meio afundada na terra. Tinha grades altas e umas coisas pulavam tentando escapar, mas não conseguiam. Então eu vi o que eram, eram Aliens! Fiquei com medo e pensei que era por isso que eles iam explodir o prédio, eles criavam Aliens para caçar lá e agora iam parar tudo. Fiquei pensando no perigo que era isso e os humanos nem sabiam disso. Se eles escapassem seria o fim da humanidade. Pensei também que mesmo um dragão não ia ser capaz de lidar com eles. Então vi alguns filhotes e pensei que devia treinar luta com eles, já que eu era filhote ainda também, então poderia ser párea para eles. Só que os filhotes de alien nada mais eram do que armações de retangulo com paredes aramadas de ossos flexiveis que se dobravam. Eu peguei dois dele e ficava dobrando, mas era muito difícil, quase não consegui quebrar eles.

Imaginem esse cesto com tampa, e em vez de arame, feito de ossos flexíveis. Eram os filhotes de Alien.

Agora as coisas ficam estranhas. Minha amiga Carol estava no prédio e ela queria fazer mestrado com o Danislei. Tinha prova do mestrado no dia, mas ela acabou desistindo falando que era muito cedo pra isso. Então ela encontrou um dos filhotes de alien jogados no chão e pegou na mão. Ele grudou com tudo na boca dela e eu sabia que ele estava colocando um alien dentro dela pra se desevolver. Entrei em pânico e agarrei ela pelas costas, fazendo aqueles movimentos pra desengasgar uma pessoa, até que saiu de dentro dela o alienzinho, morto. Fiquei aliviada, porque ela não ia morrer. Mas era nojentinho o negócio, branco e viscoso, parecia um mini cérebro com rabo. E de repente todo mundo estava fugindo do prédio e eu tive que sair por uma janela, e dai eu estava num estacionamento de onibus rodoviários, mas era sujo e cheio de lama, e o dono não queria me deixar sair porque ele fazia comércio ilegal de verduras com um certo Carlos da Bolívia.

Só sei que depois disso ainda sonhei que estava numa loja comprando mini flores e depois que eu tinha ganhado um hamster anão russo e queria outro, dai fiz minha sair comigo na rua de madrugada pra ir no shopping comprar. Mas no caminhos encontramos uns bandidos que correram atras da gente e nos abrigamos na casa da vizinha, mas meu hamster não parava de fugir do pote de sorvete. E fim.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Eô eô eô eô eô eaaaa

Se o sonho é contado do ínicio ao fim já não faz sentido, pior é quando apenas lembro fragmentos. Ao menos esses fragmentos eu lembro muito bem como foi!

De início me vi jantando num restaurante fino com pessoas que pareciam ser da minha família, porém parentes distantes. Ficava toda hora olhando para o outro lado do restaurante onde o Júlio jantava com outras pessoas que ele não parecia conhecer, pois estava meio sem jeito. 

Percebi que com o tempo ele se soltava mais. Algumas horas eu achava que aquelas pessoas eram meus amigos e achei legal ele estar se dando bem com eles. Então eu pensei que era hora de eu ir lá cumprimentar todos e chamá-lo para vir cumprimentar o pessoal da minha mesa. Eu queria logo que aquele jantar acabasse pra gente ficar junto, mas deviamos jantar separados, talvez por meu jantar ser de negócios? heheh Sei lá.

Então eu vim pra casa e minhas irmãs tavam em casa junto com uma querida amiga nossa. Como ela é míope, resolvemos que íamos pregar uma peça nela. Combinamos de tomar banho juntas (?? ao menos era de biquini!) e que eu fingiria ser o irmão dela. Como ela não enchergava muito bem, eu simplesmente engrossei a voz e falava do jeito que ele fala com ela. Então entramos todas no chuveiro e eu fiquei toda hora enchendo o saco dela fingindo ser o irmão, e ela acreditou. Minhas irmãs só seguravam o riso. Então depois de um tempo eu revelei que era eu e ela nem falou nada!

Mais tarde combinei com minha irmã de irmos na casa da Mariane, em São Paulo. Eu estava bem nervosa porque ela foi famosa e achei que por causa disso não fosse nos receber bem. Mas chegamos lá como se fossemos velhas amigas, porque afinal fomos no programa dela quando pequenas! Ela nos tratou muito bem e estava bem diferente. Tinha filhas pequenas e conversava sobre tudo calmamente.
Eu perguntei como era morar naquela região, se era tranquila.. ela disse que tirando que tentaram quebrar o vidro da sala dela (era uma parede toda de vidro), era boa a região.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mini Pinheiros Canadenses

     Estava andando no bairro Portao, proximo ao colegio Bagozzi. Tinha combinado com minha mae de nos encontrarmos no Mc Donalds. Na rua vi uma passeata animada e como era meu caminho acabei andando com eles. Parecia algo de igreja, apesar das meninas usarem roupas de cheerleader amarela e laranja bem curtas. Como fui seguindo com eles, que cantavam, dancavam, faziam piruetas e bagunca, acho que acharam que eu estava junto, e seguindo o fluxo acabei entrando no carro com eles. Nao achei de todo mal, pois eles pareciam seguir a mesma direcao que eu.
      Entao o carro comecou a sair da rota, e quando o carro passou pela esquina do Shopping, Total vi minha mae estacionando e fiz sinal pra que ela me visse e rapidamente entendi que ela queria se encontrar no shopping, pois apontou para la. Quando reparei, meu pai era o motorista desse carro e pedi pra ele me deixar ali pra ja encontrar a mae. Ele disse que estava responsavel por levar o pessoal e nao poderia parar ali, fora que ja tinha pegado uma rua muito movimentada onde era proibido parar dos dois lados.
     Ele seguiu reto e eu achei bom pois seria facil se precisasse voltar a pe ou pegar um onibus. Mas ele acabou indo muito longe e eu fui me assustando. Deixou o pessoal em um lugar qualquer pela rua, e disse que eu deveria voltar com muita atencao. Entao vimos um distrito policial de onde saiu umas cinco policiais mulheres bem machos e foram ateh um parque que ficava na frente, do nada comecaram a espancar um homem com muita forca.
     Eu fiquei horrorizada, via o sangue saindo dele e elas gritando e chutando bem forte. Nessa hora nao queria ter que voltar pois passaria por ali. Meu pai disse que se fosse pelo canto passando por um caminhozinho meio bizarro (apertado e escuro) logo ja sairia na rua e me achava. Resolvi ir entao com postura e fiz cara de braba para passar do lado dos manos que tavam ali pela rua. Ninguem mexeu comigo e eu achei otimo. Saindo entao daquele caminhozinho, alguem resolveu me seguir e eu corri como nunca e tinha muita facilidade para escalar e pular longas distancias. Estava praticando o "Le Parkour".
     Subi em cima de varios muros ate chegar na minha humilde casa em uma favela. Tudo era muito simples, somente tijolos mas eu sentia um grande carinho por aquela casa. Sabia que naquela janela onde a cortina era de tecidinho fino, era meu quarto. Entao o cara que me perseguiu veio atras e conversou comigo normalmente "ah eh aqui que vc mora?" e eu respondi que sim meio incerta.. parecia que ali era um lugar importante pra mim, fazia parte de mim mas nao era ali que eu morava.
      Parei por uns 5 minutos pra pensar como foi incrivel o caminho que percorri e nao sabia que era capaz de fazer isso. Passando um tempo encontrei minha irma e andamos na rua. Ela estava soh de calcinha (?) e eu queria avisar ela de nao andar assim por aquela regiao mas nunca conseguia! Sempre alguem interrompia ou ela mesmo, nao parava de falar.
     Todo menino que encontravamos ela queria conversar e fazer amizade e nao reparava que so o que queriam era olhar ela de calcinha! Eu fiquei braba com ela por isso. Entao entrei numa loja de flores e me admirei com um pequeno vaso embrulhado onde de cima se via pequenas arvorezinhas reais em miniatura. Tinha o pinheiro canadense, a maple tree, entre outras. Algumas davam frutas e era muito interessante. Resolvi comprar quando vi que era $4,20 entao chamei minha mae pra mostrar. Como ela nao se admirou muito, eu repensei achando que talvez nao era grande coisa. Mas $4,20 era muito barato neh!
     Olhei entao uma caixa que continha varios bichinhos de tecido para serem colocados nas roupas usando ferro. Perguntei se ela tinha uma ovelhinha e eu pensei no blog (sera que to doida? haha) entao ela disse que sim, mas me entregou um porquinho rosa que quando reparei melhor era um coelho! E resolvi comprar ja que era uns 2 reais. Nesse tempo todo eu me perguntava se tinha dinheiro, pois nao fazia ideia, estava sem bolsa. Pensava em colocar a mao no bolso pra checar, mas achei chato fazer isso entao procurei acreditar que tinha o dinheiro! Acho que o sonho acabou na hora certa...

Tinta Castanho Ponta Grossa - A nova cor do verao!

     Algo nao estava bem no meu namoro e ele comecou a se afastar de mim,  se aproximando de uma pessoa muito proxima. Foi muito duro ver isso, eles saindo juntos.. ateh que alguem me perguntou se eu ligaria de ver um beijo deles, e eu disse que se fosse apenas um selinho nao, pois estariam me respeitando (mas eh claro que eu estava mentindo..). Entao quando vi foi horrivel e eu me senti pessima.
     Passando o tempo, era como se nos ainda estivessemos ligados do mesmo jeito, porem longe. Entao um dia eu fiz umas montagens no photoshop com imagens diversas para representar frases que eu criei na hora do tipo "nao vamos deixar as tacas de champagne se esvaziarem sem o nosso amor".. (haha era algo bem assim) e entao eu montei as tacas na mesa, e ficou bem bonito ateh.
     Entao enviei pra ele por msn, e ele ficou comovido. Disse que eu estava certa e que estava com saudades. No mesmo momento enviou uma msg aquela pessoa que eh proxima de mim e realmente estava proxima naquele momento e eu ouvi o celular bipar. Ela entao olhou pra mim com um olhar muito triste e disse "voce esta certa!".
     Entao eu fiquei aliviada por saber que ele era meu novamente, mas tambem triste por aquela pessoa que parecia estar gostando dele. E tambem nao me sentia muito confortada ao saber que ele tambem estava gostando dela e isso nunca me deixaria tranquila.
     De repente, como sempre, tudo muda. Estava num lugar ora restaurante, ora praca de alimentacao de um shopping. Na mesa haviam muitas pessoas, meus pais, algumas primas, irmas, namorados (menos o meu) e umas pessoas desconhecidas que eu me perguntava se alguem da mesa conhecia ou apenas estavam sentados juntos. Tava me sentindo mal porque tinha gente ali que eu preferia que nao estivessem.. e eu queria trata-las mal para saberem disso mas quando via eu tava socializando (pois eh!).
     Ateh que estava conversando sobre dente com minha irma, e um cara que tava na nossa frente ouviu e disse "se voce quiser eu posso arrancar seu dente pra voce". Eu fiquei sem saber se ele tava zoando, cantando ou sei la! Entao reparei que estava com a namorada e parecia uma pessoa legal, entao tratei bem e disse "obrigada, mas se ele tivesse mole e pra cair tudo bem.. mas o dente que tenho que arrancar esta bem firme la atras!" e ele concordou com uma cara de doh.
     Do nada, ele sentou do meu lado e veio falar sobre cabelo. Eu perguntei "ueh, vc nao era dentista, agora eh cabeleireiro??", ele ignorou e puxou um painel de amostras de tinta de cabelo e estava tentando descobrir a cor do meu cabelo. Ele pegou um vermelho bem intenso dizendo que era a cor do meu cabelo, e eu neguei ele nao entendeu. Enfim, ele me mostrou a tinta "Castanho Ponta Grossa" e disse que essa nao tinha erro, que eu podia passar e ia ficar otimo!
     Fui ficando com fome e via todos comendo, resolvi procurar algo para comer. Mas aparentemente as lanchonetes nao tinham muita opcao pra mim, ou quando era buffet era muito caro. Vi que meu pai entrou no mercado que tinha ali do lado e pegou do buffet la dentro. Mas fiquei com muita preguica, e me senti perdida sem saber o que fazer e sentindo muita fome!
     Logo nao me importei muito com a fome, pois fiquei muito braba com aquela pessoa do comeco do sonho que queria ficar com meu namorado. Eu descobri que ela usou um cartao de credito alheio para pagar uma fertilizacao in vitro utilizando o produto do ex namorado e com isso chantagea-lo para te-lo novamente. O que mais me deixou braba foi que o dono do cartao de credito nao brigou e nao fez nada, todos pareciam eh animados com a noticia.
O melhor foi acordar cedo e ir correndo perguntar pra ele se me ama e sentir um alivio que tudo foi mentira! :)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A Fantástica Caça Ao Dragão Com Cães Molhados Em Hogwarts No Deserto

Não lembro direito desse sonho, mas lembro que ele era muito legal, então vou me esforçar pra escrever aqui tudo que conseguir recordar.

Eu estava na casa do meu primo e eu era homem. Mas não um homem qualquer, um digno de ser protagonista de algum jogo semelhante ao The Witcher. Na verdade eu parecia um pouco com o Geralt, mas sem os cabelos brancos... eram castanhos. E eu não usava camisa. Era um aniversário e a casa estava cheia, então resolvemos ir brincar lá fora de caçar dragões.

O dragão a ser morto era muito perigoso, um dragão negro, mas não era muito grande, do tamanho de um cavalo. Se você matasse o dragão ele iria soltar um item muito especial: uma espada com poderes mágicos. Esses poderes mágicos nada mais eram do que os poderes dos pokemons – elétrico, água, fogo, etc – e as mesmas regras valiam (pedra ganha de elétrico e etc). Meu rival era um cara que usava uma roupa preta e uma máscara tipo ninja, deixando só os olhos de fora, mas não era roupa de ninja, era de assassino. Nos odiávamos muito, e eu queria muito derrotar o dragão antes dele. Então, enquanto eu saia da cozinha da casa (era de noite), eu dei de cara com meu rival e sua turma encurralados de medo do lado de um carro vermelho. O dragão estava voando e tentava atacar eles. Saltei com determinação para o campo de visão do dragão e quando ele voou em minha direção,ergui a espada e cortei ele ao meio em pleo voo. Foi lindo. E lá estava minha espada como recompensa. Ela soltava raios.

Mas então, foi revelado para nós que havia mais um dragão e que eu só seria o vencedor se matasse os dois. Meu rival ainda tinha chances. Partimos para a caçada do segundo dragão – o que envolveu até se esconder debaixo da mesa da cozinha – mas eu estava preocupado, porque o próximo dragão tinha poderes elétricos e minha espada também. Então o poder da espada seria anulado e ela seria normal. Meu rival tinha uma contra poderes elétricos e eu ficava pensando num jeito de conseguir ela pra mim.

E de repente... estava eu, Camila, normal da vida. E eu tinha um cachorro, ou vários, não sei. Estava indo pro parque do rio Belém junto com vários donos e seus cães. Acho que estávamos voltando da festa de aniversário. O rio belém tinha correnteza e água azul, mas mesmo assim todo mundo sabia que era sujo. E os cachorros começaram a correr pra ele e se jogar! Dai a correnteza levava eles pra longe e depois fazia a curva e trazia de volta. Mas os cachorros não conseguiam sair sozinhos da água e eu tive que ir ajudar. Me deitei na margem, que era elevada e puxava eles pelas patas. Me molhei um monte na água de aparência limpa, mas que era suja, e fiquei com muito nojo. Então todo mundo resolveu ir embora.

E foi ai que... eu estava andando em uma rua de bairro americano. Era o anoitecer e eu estava usando vestes pretas, acompanhada de muitos outros estudantes. Estávamos indo para Hogwarts! Chegamos então ao lugar onde deveria ser a escola, mas ela estava oculta por um feitiço. O estranho é que o feitiço era pra que os trouxas não vissem a escola, para que passassem do lado dela e vissem apenas um casarão abandonado. Desesperados, não conseguiamos seguir em frente, pois dávamos com a cara no muro. Mas então veio Dumbledore (ou Minerva?) e deu um jeito de desfazer o feitiço. Estávamos então nos terrenos da escola, que ficava num banhado assustador. O castelo ainda era longe e tinhamos que andar. Quando passei ao lado do túmulo de Dumbledore (perai, ele morreu? Não tava vivo?), que era de mármore vermelho, comecei a chorar desconsoladamente. Graças a um feitiço, chegamos rapidamente ao castelo e fomos ao segundo andar fazer as provas (NOM's?). Só que não tinha sala de aula, era tudo no corredor, com os alunos sentados uns do lado dos outros. Consegui sentar do lado da Hermione, e fiquei feliz, pois ia precisar colar, já que não deu tempo de estudar.


Quando a prova ia começar, a porta do elevador (sim, elevador) se abriu e saiu a figura morta de Dumbledore afogado. Ele usava roupas amarelas (roupas, não vestes), o cabelo e barba molhados, olhar vidrado e algas penduradas no cabelo. Aquilo foi assustador de verdade e ele queria atacar os alunos, mas todo mundo ficou pensando que não era de verdade e ele desapareceu. Mas dai a porta do elevador abriu de novo e saiu de lá uma cobra gigantesca atacando os alunos! Ela veio pra cima de mim e me mordeu no pescoço, mas felizmente chegou o Snape e de algum modo me salvou. Abalada demais pra continuar os exames, fui dispensada para casa.

Agora, ainda aconteceu muita coisa no sonho, mas eu lembro apenas de fragmentos. Eu estava num apartamento e eu era o Leonard. Estava fazendo (tentando) algo importante, mas o Sheldon não parava de me incomodar. Me irritei, briguei com ele e sai pela janela seguindo os papagaios verdes. Fui parar numa casa e não parava de pensar no Chico Bento. Uma mulher me acolheu e me colocou numa sala escura. Me senti meio sozinho lá, mas então apareceu um monte de gente, meus familiares (de verdade, não do Leonard, apesar de eu ser ele) e até o Sheldon se desculpando. Fomos comemorar na varanda, que mais parecia uma garagem grande sem paredes e ainda em construção. Estávamos no deserto e víamos a construção de um Shopping em plena rocha. Pensei que devia ser o centro comercial de Derry (aquela cidadezinha do Maine onde se desenrola a trama de A Coisa) que estava sendo reconstruído após a destruição da cidade. Era hora do almoço, e tinha churrasco assando em uma churrasqueira portátil. No meio da carne havia tarantulas assadas. Eram peludas e dava um receio de morder, então achei melhor não provar.

Também aconteceu uma perseguição no shopping com almoço em família, todos usando tons pastéis. Havia um problema, todos estavam com medo, mas realmente não consigo me lembrar mais detalhes, vou ficar devendo essa.