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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

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     Como estava com vontade de fazer xixi, sonhei que ia toda hora ao banheiro. Como costume, geralmente eu olho pela janela, e ao olhar vi um casal em cima de um cavalo em atitudes estranhas. Como era tarde, fui dormir e ignorei. No outro dia, fui novamente lá e vi o mesmo casal estranho, mas desta vez reparei que podia vê-los no espelho, o que significava que eles poderiam me ver também e fiquei olhando até ver que eles me olhavam também. 
     Na próxima vez, eles subiram uma escada até alcançar a janela e a menina tentou tirar uma foto minha fazendo xixi! Então eu agarrei os dois, dei a maior bronca, segurei e disse que iam pagar pelo que tentaram fazer. Disse que eles seriam meus escravos e deveriam me chamar de Cleópatra, Rainha do Egito, etc.. igual ao crô! Mas eu disse isso por dizer, claro.. apenas para eles se assustarem, pois meu plano era mandar que eles fizessem alguns serviços domésticos e depois expulsar. 
     Mas minha irmã ouviu e se empolgou dizendo que ela ia ser a rainha deles e já começou determinando tarefas. Como ela não tinha nada a ver com nada, puxei eles pra cozinha e a ignorei. Não sabia se mandava eles lavarem a louça, porque podiam quebrar ou fazer alguma sacanagem, fora que pra mim o detergente tinha acabado (pq acabou na vida real). Mas eu olhei e tinha mais, acabaram lavando direitinho e rápido.
     Logo estava na faculdade. Andava de um lado pra outro perdida pois tudo era diferente e não sabia pra onde ir. Num pátio tinha uma máquina de costura overlock GIGANTE e os fios ocupavam maior parte do espaço, e pra não ter que andar até a outra ponta eu sempre resolvi andar por baixo/meio dos fios, mas me embolei toda e soltei vários fios, ouvindo reclamações de um grupo de estrangeiros que passavam no local. Eles me ajudaram a arrumar os fios porque eu ainda não aprendi a fazer isso na overlock. 
    O tempo passou e por ali eu encontrei um colega passando, e me disse que a aula tava quase acabando e era preu ir lá. Então passei de novo pelos fios e deu problema de novo e pensei "que droga, pq eu nunca consigo passar aqui sem dar problema" e o grupo de turistas branquelos e loiros reclamou de novo e pareceu que dessa vez não iam me ajudar, eu gritei que logo voltaria pra arrumar. Fui pra aula e depois quando voltei arrumar eles estavam todos se batendo para amarrar os fios em cada ponta. Mas na aula estava aquela menina que tentou tirar a minha foto e eu falei poucas e boas pra ela, dizendo que a odiava. Ninguém entendeu e me achou super grossa, mas eu sabia que ela merecia. Enquanto a professora dava aula eu e uma colega ficamos mais concentradas em uma arara no canto da sala onde tinham roupas em promoção. Fiquei encantada por uma jaqueta de couro/jeans com caveiras, quando peguei para experimentar veio a Jaq antes e pegou, ficamos brigando por ela.
     Uma colega passou e me disse que a aula estava sendo num restaurante, e era pra ir lá. Quando chegamos vimos que era bem chique ficamos super animadinhas, eu até coloquei a camiseta pra dentro da saia (estava vestindo uma camiseta vermelha estampada e uma saia amarela bem forte, mas ficava legal a combinação).  Fui pro buffet e não peguei muita coisa porque o que tinha de queijo não tinha pegador, apenas nas comidas com carne.  Quando fui para a mesa a menina da foto estava lá e eu me recusei a sentar com ela. Na hora de ir embora, a Vânia pagou primeiro e ficou revoltada que teve que pagar 40 reais, porque a professora só pagaria 5. Eu pesei meu prato e tive que pagar 20, fiquei aliviada porque peguei pouca coisa. 
     
     Logo mais, estava em um cruzeiro com a família. O navio era basicamente uma piscina gigante cheia de gente  com uma espécie de sacadinha com o comandante e o timão. Quando ele estava perto de pousar em uma parada (que funcionava mais ou menos como o biarticulado: a sacadinha do comandante devia encostar com uma outra sacadinha do local) a piscina começou a formar muitas ondas altas nos obrigando a prender a respiração e sacudiu muito. Alguns ficaram gritando, eu só peguei a máquina fotográfica e filmei tudo, mesmo quando ela ia embaixo d'água. Até que eu não me importei muito, pois não ia desistir de viajar só porque um navio naufragou.

     De repente, estava viajando para o Canadá. Como seria a segunda vez, eu sentia que dessa vez ia aproveitar mais, porque ia evitar coisas que enrolassem meu tempo e ir direto ver o que tinha de legal. Teve uma conexão em algum país de lingua hispânica, e fui tentar ligar pra casa pra avisar que estava tudo bem. Fiquei um tempão lendo as instruções tentando fazer chamada, mas algo me acontece nos sonhos que perco a coodenação motora quando digito no telefone que não consigo. Até que finalmente consegui discar para a casa do Júlio, mas quando começou a chamar lembrei que ele estava no trabalho aquela hora, fora que seria deselegante ligar a cobrar pra lá. Então tentei para casa várias vezes e sempre apertava errado. Tinha uma fila atrás de mim e eu disse "quer saber, eles podem saber de mim depois, eu vou é andar pelo aeroporto ver o que tem de bom". E fim...

quarta-feira, 31 de março de 2010

Numa folha qualquer, eu voto sem saber...

Como aluna, na aula de inglês com a Teacher Juliana, estávamos em um grupo bem animado. Lemos um texto que vinha com duas novas palavras um tanto estranhas, algo similar a “knu” e “knacl”, para respectivamente os significados: criança abandonada que possuía abrigo, porém sem uma pessoa cuidando dela, e um adjetivo feminino que aparentava não ter um significado muito bom.

Em seguida, a aula era de história ou filosofia, com o professor Rafael (ele deu as duas matérias pra mim no colégio). Lendo um texto da matéria, as duas palavras novas do inglês voltaram a aparecer, e todos os alunos discutiam e procuravam seu significado.

Em seguida, nosso grupo fez uma viagem juntos, o pessoal era bem unido e fomos para a praia. Todos levaram namorado/namorada e ficaram amigos também.
Numa caminhada pelo calçadão (Caiobá provavelmente), uma amiga da minha irmã veio do céu como austronauta!! Sim.. ela desceu do céu, usando uma roupa de astronauta feminina (modelagem ajustada) e toda fashion. Então todos pararam para olhar e ela tirou o capacete e sacudiu os cabelos loiros como uma propaganda de shampoo, e ficou famosa.

Então houve uma festinha com a família, mas não lembro.

Em seguida, haveria uma votação muito importante na cidade (back to Curitiba). A votação funcionava assim: todos deveriam comparecer a uma rua (alguma que cruzava a 7 de setembro) vestindo preto. No momento seriam escolhidos os sortudos que votariam. Para votar tinha um ritual e era algo considerado uma honra ser escolhido para participar.
Então, parada nesta rua, fui escolhida para votar! (Eu nem sabia pro que estaria votando) E começou o ritual: todas pessoas que votariam ficavam em filas virados para um pequeno arbusto em sua frente.
Uma pessoa com um saco preto em mãos vinha entregar para cada votador retirar um papelzinho (que não podia ser lido). Este papel deveria conter o nome de alguém em que esta pessoa estaria votando.
Quando todos estavam com seus papéis em mãos, um sinal era dado para que todos atirassem o papel no arbusto em sua frente e era obrigatório sair correndo após jogar e verificar que caiu do lado do arbusto.

Lembro que a maioria das pessoas era do sexo masculino, e após sair correndo descendo a 7 de setembro, percebi que já tinha passado de um determinado perímetro que poderia agora andar mais devagar, porém, sem falar com ninguém (nem da família, muito menos os votadores, porque o voto era secreto!!!)

Ainda assim eu mantive uma distância da família, que vinha atrás, e trocávamos alguns comentários de longe.
Percebi que passei do perímetro de segurança e já podia andar com minha família. Lembrei que tive a honra de receber uma chave dourada que dava acesso para conhecer uma linda mansão que tinha no caminho.

Entramos todos na mansão e lá estavam todos os votadores e suas famílias. A mansão era enorme, linda e toda dourada, estilo Teatro Municipal, mas MUITO mais chique. Tudo era de ouro. Então eu aproveitei e pedi pro meu pai tirar muitas fotos minhas no lugar, principalmente numa escadona maravilhosa, e eu fazia muitas poses e ficava braba que meu pai não clicava todas elas.

Em seguida me vi com toda minha família no salão principal, e no momento de alguém clicar a foto, não devia ser dito “xis”, mas sim, todos deveriam cantar a música Aquarela, do Toquinho. Começamos a cantar e de repente todos na mansão cantavam felizes.

Já em casa, havia um velório de alguém distante da família da minha mãe, que eu nunca conheci. O clima estava pesado, muito ruim e eu não queria ficar ali mais porque não conhecia ninguém.

(Sim, essas coisas acontecem em seguida, um cenário após o outro, sem muita ligação.)

Então eu fiquei pensando que queria levar o Júlio para conhecer o parquinho do Monteiro Lobato (condomínio em Ponta Grossa!), e fui ao seu encontro o chamando para ir, contando que fazia parte da minha infância e ia ser muito bom ele conhecer. Mas acabamos não indo (talvez porque estávamos em outra cidade)!

Mais tarde, na sala em casa só com a família de casa, estávamos cansados porque o dia foi cansativo, mas foi importante, por isso queríamos fazer uma última foto. A Cinthya resolveu que iria tira-la, mas ela insistiu em ter uma logomarca para colocar na foto, enquanto ela as criava, nós esperávamos impacientes, até que enfim tiramos uma foto que continha 3 logomarcas perdidas.

Fim.