domingo, 28 de novembro de 2010

Trem das 11

     Hoje estava dando aulas de inglês em Vancouver em uma escola onde tb estava havendo algum show de rock. Na saída encontrei meus pais e tínhamos que descer vários lances de escada (e aí se tornou o prédio da minha tia).
     A largura era bem estreira e tinham trilhos de trem no meio, então ouvi o barulho do trem se aproximando, e onde eu estava seria atropelada, então mandei meus pais subirem correndo e fiquei com medo de eles não conseguirem ser ageis o suficiente, mas conseguimos ir até uma parte onde era um pouco mais larga e cada um se espremeu nos cantos das paredes e o trem veio com tudo passando quase encostando nos nossos narizes e ficamos mto assustados.
     Então resolvi pesquisar e vi no jornal da TV que a probabilidade de alguém passar nas escadas junto com o trem era e 1,95%, alegando ser muito baixa, e eu fiquei super surpresa com isso, e acabou!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mensagem do passado

Já vou avisando, é bem doido.
Neste sonho, fui para o Rio de Janeiro e fui parar na casa da tia Lu (que é em Ponta Grossa) e encontrei meu pai dizendo que tinha comprado um apartamento lá e era preu ir dormir lá. Quando fui, estranhei o local.. no meio do corredor do andar ficava a portaria e a tia Denise era a "porteira do andar". Entrando no apartamento, logo vi um corredor enorme que dava pra vários quartos, sendo que eu tinha achado que devia ter uns três no máximo.
   Comecei a me acomodar no primeiro quarto que vi e resolvi ir passando nos próximos pra ver o que tinha. Estava toda a minha família se acomodando nos outros. Tinham uns pedreiros fazendo ajustes em todo lugar, e ouvi o Jú pedir pra demolir uma parede entre dois quartos grandes. Apesar de saber que meu pai podia naõ gostar, não falei nada, pois como os quartos eram bem grandes achei que ele fosse querer construir mais paredes mesmo.
    Observei que todos os cômodos tinham camas, e nem estranhei não ter reparado em banheiro ou cozinha. Até que em um dos menores quartos onde dormia sozinha, encontrei um documento antigo que parecia novo por lá e fiquei curiosa sobre ele. E me assustou MUITO. Na parte da frente a primeira linha já dizia o meu nome completo como paciente, logo abaixo as minha doenças (algo como epilepsia e aneurisma, ou parecido). Dizia sexo F, e a data do exame, acho que 1902. Do outro lado da folha novamente o meu nome, dessa vez apenas o primeiro (eu me perguntava por que) e dizia sexo M!
     Isso definitivamente chocou muito mais do que meu nome completo, doença, data... Era como se revelasse algo surpreendente que tinha tudo a ver comigo mas eu não entendia porque! Mas talvez o que vinha a seguir veio a assustar um pouco mais.. Validade: "dia tal de novembro de 2010". Ou seja.. naquele exato mês em que eu lia o documento tremendo.
     Naquele momento eu sabia que algumas pessoas deveriam saber e estavam me escondendo toda a verdade, principalmente o meu pai. Tentei dormir e não conseguia de tanto medo e eu conseguia me sentir nervosa de verdade enquanto dormia realmente. Algumas sequencias não tiveram conexão, mas estava empurrando umas coisas que pareciam fezes secas de uma mesa e alguém lia um outro documento para mim, dizendo que eram os restos mortais (tinha um nome específico, como um ritual ou um tratamento que faziam na época) daquela Ceres.
     Então fui tirar satisfações com meu pai, pois tudo indicava que há quase 100 anos viveu uma Ceres naquele lugar e que continham mais informações sobre ela escondidas por ali. Mas o que eu queria entender era porque o nome completo era o mesmo, porque de um lado dizia mulher e outro homem, se eu tinha relação com isso, alguma doença e se ia morrer aquele mês.
    Quando ele viu o papel se fez de desentendido e calmo, ignorando a gravidade da situação. Dizendo que se tava ali era porque era assim mesmo, sem responder minhas perguntas. Por um momento então fiquei mais calma e comecei a indagar "é possível que seja uma grande coincidencia.. e a pessoa ao datilografar o X no sexo se confundiu em algum dos lados, pois tb é um nome unissex. Mas a tal da validade não consegui engolir.
     Ficava neurótica com a idéia de que parecia ter uma maldição em mim e que me rodiava e não podia fazer nada. O sonho parou quando acordei umas 8 horas (assustada!) e pra tentar dormir mais um pouco tentei não pensar nisso, mas parecia que ainda estava vivendo aquele medo :P   Mas acabei voltando pro mesmo sonho, agora o apartamento era mais uma casa antiga com várias gavetas pelas paredes, estava sentada num quarto com minha irmã e prima e discutíamos como era a casa antes. Várias teorias surgiram, como aquelas gavetas seriam congelador de corpos ou serviam para guardar múmias egípcias. Então mesmo rindo e brincando pensávamos que poderiam ter vários corpos ali escondidos que alguma hora encontraríamos, então lembrei dos restos da tal Ceres e voltei a ficar aflita.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Before I forget...

(Mix de sonhos dos ultimos dias, sem muita ordem ou sequencia.. e sem acentos!)
Como de costume, viajei ao Rio de Janeiro para encontrar meu namorado. Quando cheguei, um garotinho de uns 3 anos veio me abracar. Era muito fofinho e tinha os olhos puxados, levei um tempo para associar que ele era meu filho. Dei muitos beijinhos nele e chamei de filho. Quando encontrei o Juh disse como nosso filho estava lindo e crescido, pois ele morava com o pai e fazia tempo que nao ia visita-los.
Entrando em casa vi uma menina linda, parecida comigo e com minha prima Livia (q parece comigo qdo eu era pequena tb) e quem estava cuidando dela era minha prima Fabi(mae dela), como se fosse uma baba, afinal ela era minha filha tambem!

Mesmo o garotinho tendo se afastado um pouco de mim depois que me cumprimentou, e parecia triste, essa menina parecia muito mais. Ela era mais velha e muito quietinha, me olhava com medo. Eu fiquei pensando oq teria feito pros meus filhos me estranharem tanto? Seria so a minha distancia? Mas depois a abracei e me assustei que seu coro cabeludo parecia estar desmanchando.. tinha uma coisa pastosa branca como se fosse no vivo, mas o cabelo crescia normalmente. A sua baba entao falou que era um problema que ela nasceu assim mas tendia a sarar. Entao nao me preocupei e passei um tempo no jardim conversando com meu tio Marcos que no sonho era como se fosse da familia do Juh, por morar la.

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Estava agora no predio em que morei quando pequena.. eu e minhas irmas eramos pequenas, mas tudo era diferente. Dormiamos em duas beliches desmontaveis. Eu trabalhava e fazia cursinho e tb estava na escola! Tinha um trabalho de portugues pra fazer muito complexo, que devia ler um livro sem nocao. Nunca queria ler o livro, so enrolava. Entao o Juh me mostrou o livro dele onde jah tinha respondido as questoes que vinham junto, eu passei a copiar tudo para ler depois e resolvi entender a historia por aquelas respostas e comecou a parecer interessante e engracado. Aih o Juh me disse que respondeu aquilo por responder, sem ler o livro.. e percebi que meu trabalho foi por agua abaixo!

Desmontei e remontei minha cama de um jeito mto estranho e tambem abri um guarda-sol do lado, pra fazer a luz direcionar somente pra minha cama e nao na da minha irma que queria dormir. Apoiei o guarda-sol numa bexiga que ficava na parede, e era minha luminaria!

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Tambem no predio, muito diferente, eu tinha voltado ao tempo. Sabia que era eu de hoje mas no corpo de quando eu tinha uns 10 anos. Estavamos nos mudando de la pra uma casa e tudo estava encaixotado, menos meus brinquedos. Como nao reclamei do meu pai estar dando  alguns de meus brinquedos, percebi que todos me olhavam estranho como se desconfiassem de mim. Pra disfarcar, agarrei um ursinho e fiquei chorando do jeito mais chato que consegui, e nesse momento senti que meu corpo mudou e fiquei como eu era com 3 anos, ou por ai. Enquanto isso soh aproveitava pra ver como tudo era e relembrar, pensando que podia tirar proveito de viver tudo aquilo novamente com cabeca de adulto.







quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Country'n Beans

     Andando por Santa Paula em Ponta Grossa, procurava a casa da minha avó. Como ela havia se mudado, estava difícil de encontrar e ficando tarde. Nessa hora circulavam pessoas estranhas e suspeitas então resolvi ir embora por um caminho que parece o condomínio Monteiro Lobato também em PG. Voltando pro começo das casas até passar pelo portão é que vi a casa da minha avó: grande de dois andares, que parecia mais uma construção, tinha até um chuveiro na frente do portão. Mas estava tarde então achei melhor passar outra hora.
     Chegando no portão, duas moças bonitas ficavam de segurança uma de cada lado, e quando fui passar elas fecharam na minha cara dizendo "hora de fechar o portão, só abre de manhã" então disse "Ei, peraí vocês me viram andando desde lá de baixo, só porque cheguei no segundo de fechar vcs fecham na minha cara?", aí elas abriram numa boa, mas fecharam novamente na cara de um homem que vinha logo em seguida, e esse ficou preso por lá.
     Passando desse ponto era Vancouver e estava de dia. Com minha filmadora na mão gravava tudo, até que uma apresentação de algo num rio grande que parecia uma piscina me chamou a atenção. A Djéssica estava comigo assistindo. Me desiquilibrei e caí na água com as mãos pra cima em câmera lenta, pedindo pra alguem tentar pegar minha câmera pra não molhar e vi um homem se jogar na água. Depois a Djé se jogou para salvá-lo, pois ele tinha virado um feijão!
     Quando vi o feijão, ele tinha cara e falava. Seu nome era "Fernando e Sorocaba" mas ele representava um outro cantor de sertanejo que vi na propaganda algum dia mas não é essa dupla. E ele conversava numa boa apesar de ter virado feijão. A Djé era sua protetora e até chorava por isto ter acontecido. Achei uma boa chamar meu pai, que veio e examinou o feijão cuidadosamente atrás de um caminhão para fazer sombra. Me recomendou deixá-lo fechado em uma pasta de feijão, o que me parecia sufocante e perigoso.
     Quando fiz o que ele mandou, caiu a ficha de que nunca havia visto alguém virar feijão antes e comecei a achar isso uma palhaçada. Novamente meu pai me deu uma aula explicando que qualquer pessoa poderia virar feijão desde a época em que foi descoberta a teoria do heliocentrismo! Isso pareceu tão óbvio no momento... e então fiquei com medo de entrar em piscinas!
     Após certo tempo na pasta de feijão, ele deveria ficar de molho num copo d'água. Em algumas horas começou a criar a forma de um girino que nadava feliz no copo. Em mais longas horas virou um peixe muito estranho. Meu pai parecia preocupado e disse que o seu desenvolvimento estava muito devagar e talvez por isso não voltasse a ser humano! Era como um coma profundo, ele deveria viver o resto de sua vida no copo tentando evoluir, mas não passava mais da fase de peixe.
     Mas logo já não estava mais chocada, pois estava no shopping com minha namorada (?) que devia ser uma pessoa que gostava muito, pois era muito divertida, ríamos toda hora e andavamos de braços enganchados, e apesar de não termos citado nada sobre ser namoradas eu sabia disso.

Tudo se transforma com magia!

     Vesti meu uniforme e fui pra escola que estudei quando pequena. Tudo bem que eu era muito maior que as crianças mas ninguém pareceu me notar. Na sala as cadeiras estavam dispostas para assistir alguma palestra e me sentei ao lado da professora, que acabou apertando no banco e ela reclamou e sentou em outro lugar. Depois fui conversar com ela, acho que para pedir desculpas e ela perguntou quem eu era. Quando disse que fui lá para matar saudades da escola ela disse: "Achei que vc era eu!". (hein?)
     Passei a frequentar a escola mais vezes, levando amigas e irmã. O ambiente se confundia com várias escolas e até com a faculdade. Até que um dia teve uma apresentação especial com shows e desfiles e era num auditório muito grande. A maior espera era pelas Chiquititas. Quando elas finalmente entraram e fizeram o show igualzinho como era antes o povo vibrou inclusive eu, e o Júlio ficou do meu lado rindo e me zoando.
     Depois, era a vez do show da Angélica, que era minha amiga e estava sentada ao nosso lado, foi aí que me liguei que ela era a namorada do Júlio! Deu um ataque de estrelismo na coitada e ela insistia em fazer o show com um saco na cabeça (tipo sacola de lixo bem comprido) mas a produção não deixou. Então em homenagem a ela, o Júlio colocou o saco pra "ver" o show. Claro que eu não deixei.
     Quando ela voltou toda animada, era só eu batendo palmas e incentivando, nem o Júlio falou nada.. aí quando ela não tava ouvindo eu disse: "vc que é o namorado dela devia tar aplaudindo em pé!!" e ele: "eu não, ela canta mal pra caramba, que voz horrível", então eu entendi o pq do saco na cabeça!
     Nessas idas à escola que agora já tinha mais virado um cursinho, passamos a frequentar eu e o Júlio. Fizemos alguns amigos e em um momento eu briguei com um deles pois no elevador ele agarrou minha amiga que tem namorado. Acabei ficando de cara com os dois, pois tb era bem amiga do namorado dela, e achei que eles o traíram.
     Então eu fui embora braba e nessa acabei encontrando uma amiga da infância que nunca mais nos falamos, e das últimas vezes também não nos demos muito bem. Ela achou que eu tava a seguindo e veio tirar satisfações. Então expliquei a historia da traição da amiga e ela compreendeu, virando meio que minha amiga novamente.
    No dia seguinte o Jú não apareceu mais para a aula e eu fiquei ansiosa e preocupada.. então o que era meu amigo e agarrou minha amiga (agora ex tb, pq tava braba que ela deixou) veio dar em cima de mim. Então briguei mais ainda com ele e fui andar na praia. Era um cenário maravilhoso, acho que na hora eu pensava que era Búzios. Então fui pro ap (que é em Caiobá) e minha família estava lá, inclusive o Jú arrumando as coisas dele, dizendo que minha tia o chamou pra ir pra Florianópolis e eu fiquei morrendo de inveja de não terem me chamado também! Mas não reclamei nem pedi pra ir, porque logo compreendi que deveria estar na aula e então já deveriam ter fechado os lugares no carro.
     Fiquei reclamando que não tinha com quem ir na praia,até que minha irmã disse pra ir com ela, mas no meio de seus amigos tinham pessoas que eu não gostava então optei por ir sozinha mesmo. Na rua, agora Vancouver, encontrei a Fernanda e estava chovendo (é claro). Fomos em uma loja que já tinha ido e as malas de viagem estavam em promoção, mais baratas do que eu esperava, mesmo em dólares. Cada uma comprou duas e saímos correndo na garoa, até que a Fer na minha frente entrou em um carro estacionado que parecia ter uma atriz da Globo sentada no banco de trás.
     Não queria entrar sem conhecer, mas como ela já estava sentada junto, sentei no banco do motorista. A atriz permitiu que pegassemos uma carona e eu podia dirigir. O carro era bem diferente do que estou acostumada mas assim que peguei o jeito me vi sentada no banco ao lado e quem dirigia agora era Meryl Streep (falando do jeito da personagem Julia Child) que explicava que naquele local era muito fácil de dirigir e se achar.
     Quando voltei ao apartamento, as minhas malas que tinha acabado de comprar já estavam lá com minhas coisas dentro e eu olhava pra elas de uma forma preocupada, como se eu tivesse que deixá-las lá porque algo iria acontecer e não teria como eu resgatá-las, mas dequalquer forma eu sabia que voltaria no ano que vem e as buscaria.