sexta-feira, 16 de julho de 2010

O MONSTRO do lago de Vancouver

    No predio em que morava em Curitiba, estava com uns amigos que conheci em Vancouver sentados em um patio aberto, como um local para 'hang out' mesmo, com mesinhas estilo lanchonete, quase na entrada do estacionamento do predio. Alguns de nos ja haviamos voltado para o Brasil e alguns ainda estavam em Vancouver a algum tempo, mas ainda assim estavamos reunidos.
     Deviamos ser uma meia duzia. Eu, um casal, uma menina muito triste e uns figurantes. O casal estava feliz que estavam se reencontrando, pois um deles ficou por la. A menina estava triste pois estava apaixonada por um deles.. ela chorava desesperada enquanto ficavamos com do, e a namorada do rapaz ja estava ficando com raiva.
     Entao eu conversei com ela com um discurso muito bom que surgiu do nada e todos se sentiram melhor. Ficaram todos amigos, mas aparentemente ela ficou achando que tinha uma chance com ele, pois ele parecia retribuir o sentimento. Mas entao veio a namorada com um super presente para ele que era algo comprado numa joalheria e pareciam dois brincos ou chaveiros enormes.
     Todo mundo ficou meio brabo com isso, pois ela nao respeitou a menina que estava junto, mas depois ficamos amigos novamente. E resolvemos sair pelas ruas de Vancouver comemorar. Juntamos uma galera e andamos por Downtown rindo e falando alto. Fizemos alguma brincadeira, do tipo jogar agua um nos outros, que chamou atencao dos policiais e um veio muito brabo falar conosco, em alto e bom portugues: "Esse tipo de comportamento eh inaceitavel em Vancouver! Voces nao podem fazer isso.. e blablablablabla.... nao podem andar em um grupo tao grande de pessoas juntas, se nao pagarao uma multa de tantos mil dolares ou, serao presos!"
     Depois dessa eu sai super preocupada e fui descendo a Granville St pra voltar pra casa (o predio em Curitiba, que eu imaginava que ficava na Pender St) e o pessoal da farra nem ligou e ficou rindo do policial.. entao alugaram rollers e bicicletas pra andar em massa juntos pelas ruas. Eu disse que nao ia participar disso, que iria levar a serio.. mas para fugir logo dali acabei tendo que passar por um tunel bem estranho, como se fosse o do skytrain.
     Esse tunel era cheio de ciclistas e muitas, mas muuuitas criancas que andavam por la desacompanhadas. Depois ainda tinham labirintos, e cada espaco estranho onde tinham ate umas criancas bizarras que pareciam ter saido de filme de terror, mas nao faziam nada. Eu estava ansiosa pela busca de uma saida, pois ja era tarde, mas tudo que eu conseguia era me enfiar em um novo "labirinto" no tunel.
     Assim se seguiu, quando, de repente, o chao do tunel se despedacou e desabou e eu assistia tudo isso nao sei de onde, pois deveria ter caido tambem. E entao avistei um monstro grande e verde como um lagarto gigante devorando as criancinhas, todos e meus amigos de bicicleta. Tudo que ele precisava fazer era abrir a boca e ficar esperando todos cairem dentro. Entao ele percebeu que em cima de todas ruas como aquela, que tinham uma ponte, teriam tuneis e ele foi de uma a uma dando uma patada para fazer o chao desmoronar e abrir sua boca devorar mais gente. Acho que o vi ate dar uma risadinha por estar com a barriga cheia e voltar pro seu lago.
Acordei assustada!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Numa folha qualquer, eu voto sem saber...

Como aluna, na aula de inglês com a Teacher Juliana, estávamos em um grupo bem animado. Lemos um texto que vinha com duas novas palavras um tanto estranhas, algo similar a “knu” e “knacl”, para respectivamente os significados: criança abandonada que possuía abrigo, porém sem uma pessoa cuidando dela, e um adjetivo feminino que aparentava não ter um significado muito bom.

Em seguida, a aula era de história ou filosofia, com o professor Rafael (ele deu as duas matérias pra mim no colégio). Lendo um texto da matéria, as duas palavras novas do inglês voltaram a aparecer, e todos os alunos discutiam e procuravam seu significado.

Em seguida, nosso grupo fez uma viagem juntos, o pessoal era bem unido e fomos para a praia. Todos levaram namorado/namorada e ficaram amigos também.
Numa caminhada pelo calçadão (Caiobá provavelmente), uma amiga da minha irmã veio do céu como austronauta!! Sim.. ela desceu do céu, usando uma roupa de astronauta feminina (modelagem ajustada) e toda fashion. Então todos pararam para olhar e ela tirou o capacete e sacudiu os cabelos loiros como uma propaganda de shampoo, e ficou famosa.

Então houve uma festinha com a família, mas não lembro.

Em seguida, haveria uma votação muito importante na cidade (back to Curitiba). A votação funcionava assim: todos deveriam comparecer a uma rua (alguma que cruzava a 7 de setembro) vestindo preto. No momento seriam escolhidos os sortudos que votariam. Para votar tinha um ritual e era algo considerado uma honra ser escolhido para participar.
Então, parada nesta rua, fui escolhida para votar! (Eu nem sabia pro que estaria votando) E começou o ritual: todas pessoas que votariam ficavam em filas virados para um pequeno arbusto em sua frente.
Uma pessoa com um saco preto em mãos vinha entregar para cada votador retirar um papelzinho (que não podia ser lido). Este papel deveria conter o nome de alguém em que esta pessoa estaria votando.
Quando todos estavam com seus papéis em mãos, um sinal era dado para que todos atirassem o papel no arbusto em sua frente e era obrigatório sair correndo após jogar e verificar que caiu do lado do arbusto.

Lembro que a maioria das pessoas era do sexo masculino, e após sair correndo descendo a 7 de setembro, percebi que já tinha passado de um determinado perímetro que poderia agora andar mais devagar, porém, sem falar com ninguém (nem da família, muito menos os votadores, porque o voto era secreto!!!)

Ainda assim eu mantive uma distância da família, que vinha atrás, e trocávamos alguns comentários de longe.
Percebi que passei do perímetro de segurança e já podia andar com minha família. Lembrei que tive a honra de receber uma chave dourada que dava acesso para conhecer uma linda mansão que tinha no caminho.

Entramos todos na mansão e lá estavam todos os votadores e suas famílias. A mansão era enorme, linda e toda dourada, estilo Teatro Municipal, mas MUITO mais chique. Tudo era de ouro. Então eu aproveitei e pedi pro meu pai tirar muitas fotos minhas no lugar, principalmente numa escadona maravilhosa, e eu fazia muitas poses e ficava braba que meu pai não clicava todas elas.

Em seguida me vi com toda minha família no salão principal, e no momento de alguém clicar a foto, não devia ser dito “xis”, mas sim, todos deveriam cantar a música Aquarela, do Toquinho. Começamos a cantar e de repente todos na mansão cantavam felizes.

Já em casa, havia um velório de alguém distante da família da minha mãe, que eu nunca conheci. O clima estava pesado, muito ruim e eu não queria ficar ali mais porque não conhecia ninguém.

(Sim, essas coisas acontecem em seguida, um cenário após o outro, sem muita ligação.)

Então eu fiquei pensando que queria levar o Júlio para conhecer o parquinho do Monteiro Lobato (condomínio em Ponta Grossa!), e fui ao seu encontro o chamando para ir, contando que fazia parte da minha infância e ia ser muito bom ele conhecer. Mas acabamos não indo (talvez porque estávamos em outra cidade)!

Mais tarde, na sala em casa só com a família de casa, estávamos cansados porque o dia foi cansativo, mas foi importante, por isso queríamos fazer uma última foto. A Cinthya resolveu que iria tira-la, mas ela insistiu em ter uma logomarca para colocar na foto, enquanto ela as criava, nós esperávamos impacientes, até que enfim tiramos uma foto que continha 3 logomarcas perdidas.

Fim.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Walkabout

Iriamos a um local onde teria uma apresentação, aparentemente musical, onde nos vestimos traje esporte fino, pegamos nossos convites e fomos. Chegando lá, eram blocos de prédios com uma estrutura muito igual ao do Bagozzi (pra variar), porém mais ajeitados, com tijolinhos marrom escuros.

Então ao entrar encontrei a Gabriela da faculdade com toda sua família, eles estavam recepcionando e recebendo os convites, como se fosse uma festa particular deles.

Para entrar deviamos descer uma escadinha.. mas eu preferi passar por um caminho mais fácil, onde era um degrau maior, e para proteção tinha uma cordinha impedindo passagem. Mas eu quis ir por ali, então disse pra minha irmã "vou garupar aqui e entrar mais rápido".

Entrando lá, era na verdade um walkabout. Cenário: quintal dos fundos da minha casa, fechado por quatro paredes e cerca elétrica, com muitos pedaços de madeira no chão e muitos, muitos bichos. Pessoas: John Locke, sua mãe, entre outros que não me lembro..

Quando me dei conta de onde estava percebi que estava por vontade própria, e apesar de estar ali presa, eu podia usar o celular. Liguei pra minha irmã e disse "oi, já estou aqui e está tudo bem.. só queria perguntar uma coisa.. você sabe o que é garupar? é que eu usei essa palavra com você, mas não tenho certeza se conhece.." Ela respondeu "claro que sei, garupar é passar por cima da cordinha", e eu: "ah pensei que você talvez não entendesse, porque é usado também pra garupa".

Desliguei e fiquei observando o John Locke capturando siris e sua mãe ajudando. Tinham muitas aranhas, de tudo que é cor e tipo (pelo menos existentes no sonho), mas elas estavam ali para serem caçadas e nem fiquei com medo.

Obs: este sonho já é velho.

Obs2: A história foi um walkabout porque foi chamada assim no sonho. Mas não tem nada a ver com um! Depois procuro a história pra contar melhor o que é..

Sand Dolphin


Estava em um shopping acompanhada de alguém que aparentemente não podia andar, creio que em cadeira de rodas. Então tive a idéia de passearmos no trenzinho de natal, que aparentemente era fazia um trecho churto, mas quando entramos vimos que ele ia longe, circulava o shopping e ia além!

Passava por túneis e do nada chegou até a praia. Mas percebemos que o trem ia até uma região que a maré subia e era perigoso. Descemos então e eu passei a ver vídeos de fatos reais na minha cabeça, e eram crianças se afogando ali por causa desse trem. Inclusive depois apareceu um reporter falando sobre isso e veio uma onda enorme e cobriu a cabeça dele (no raso mesmo) e ele continuou sorrindo para a câmera. Ainda bem que a onda acabou ali mesmo e só molhou ele.

Acabamos ficando por ali mesmo, e apesar de não lembrar bem das minhas companhias, por uns momentos foi a tia Lú e agora já eram as minhas irmãs. Sentamos então em um barranco de areia, onde reparei que ao meu lado a areia fez a forma perfeita de um golfinho. Olhando bem para ela, percebi que a areia se movia.. ou seja.. era sim um golfinho respirando, ele até abriu a boca!

Então falei para a Flávia(bióloga) que precisávamos fazer algo e ela disse que ele já tinha morrido mesmo apresentando sinais de vida, pois para mostrar que estava vivo ele deveria estar pulando ali na areia.
Fiquei meio indignada pois queria fazer algo, mas se ela disse com tanta certeza que ele estava morto, era porque estava.

Então vieram uns turistas de dentro da água e ficavam tirando fotos em cima do golfinho, eu fiquei braba pq tinha uma menina nonsense tirando fotos com poses ridiculas, se aproveitando do golfinho, que pra mim estava vivinho da silva.

Eis que do céu surge um cara em cima de um colchão voando e quase cai na minha cabeça! Eu gritei com ele, e o ser só ficou rindo de mim, me chamando de careta.. afinal todos estavam fazendo isso e era super divertido.

Era aniversário de uma menina bem rica numa casona, que eu e minhas irmãs também estávamos nos hospedando. E esta menina decidiu que faria tudo o que quisesse, porque ela podia. Então ela teve a idéia de ir no andar mais alto (tipo 5 andar) da casa e se jogarem de colchão de lá.. caindo nesta parte perto da praia.

Então fomos olhar isso e aproveitar pra já deixar nossas coisas no quarto que iriamos ficar. Chegando lá era horrível.. adolescentes doidos se jogavam pelados lá de cima (parece coisa de filme tosco americano) e as vezes se soltavam do colchão dando barrigada no chão, que não era mais areia, agora era piso lá embaixo.

Fiquei horrorizada com isso e fui procurar um lugar pra ficar.. e pra arrumar uma cama era cada um por si, entrei num quarto onde achei uma menina que estudava no Bagozzi e não gostava de mim então fui procurar outro. Descobri que minhas irmãs tinham se alojado no banheiro desse quarto! Entrando no banheiro, era um banheiro normal, portanto com três camas, uma normal e uma beliche. A que seria minha era a normal, porém tinha uma coluna no meio dela e eu tinha que dormir apertada.

Apesar de ser um banheiro, ainda tinha mais um banheiro nesse "quarto". Entrando lá, era bem ajeitado e bonito. Mas tinha mais uma porta.. e eu resolvi abrir, não é que dava pra um outro banheiro!

Pra não descobrirem que fui eu que abri aquela porta (pois tinha alguem tomando banho, eu percebi pelo barulho), eu saí correndo. Mas vieram uns meninos correndo curiosos pra saber pq eu saí correndo e eles sabiam que tinha algo a ver com o banheiro.

Então eles entraram lá e começaram a fuçar nas coisas, e por algum motivo eu não podia deixar que eles descobrissem aquela porta, se não, podiam entrar por ali em algum momento que eu estivesse no banho. ahahaha

Para chamar a atenção deles e saírem logo dali, eu achei uma fitinha branca no chão e gritei "VENHAM VER O QUE EU ACHEI!!!" e eles vieram correndo.. então eu tive que inventar uma história pra eles cairem na conversa..: "esse papel não é de vocês? é que eu reparei quando vocês se jogavam pela janela com o colchão, achei ter visto algo assim no material que tava junto..." e eles desconfiados falaram: "mas era só o colchão, nada a ver esse papel aí, tá tirando com a nossa cara?"

Até que um deles falou "ei, perai.. esse papel veio dos filmes fotográficos!" e em seguida tirou um monte de negativo de foto do bolso, me entregando preu olhar.

Eram fotos muito interessantes, na verdade vídeos. Veio então um menino que estudou comigo, que chamavam de Dieguinho e me mostrou os filmes que ele costumava fazer. Tinha um muito interessante, que eu assistia passando as folhas dentro de uma caixinha, e entre as folhas tinham pacotinhos com mais histórias. Esses pacotinhos eram na verdade mini bolsas, com escritos em inglês e muitas moedas dentro. Eram bolsas muito bem feitas e lindas, eu perguntei onde ele as mandou fazer e ele comentou que era um amigo que costurava, até pedi o contato.

Ao ler as histórias reparei que tinham muitos erros de inglês, mas preferi não comentar nada e só elogiei. Mais tarde em seu case de filmagens, tinham muitas fotos de colegas que estudaram comigo e eu ficava relembrando os nomes deles.

Este sonho tosco eu quis anotar, pois lembro bem dele. Tive uns interessantes nos últimos dias, mas estou sem pensar neles e nos detalhes depois que acordo, então preciso me exercitar!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Untitled

No sonho de hoje, estávamos em alguma praia muito boa e fomos passear. Combinamos de ir num parque, que era próximo a rodoviária e apesar de não vê-la, eu imaginava ela, e era igual ao de outro sonho que eu já tive, com uma passarela em caracol.

Então fomos eu, Júlio e meus pais passear neste parque/praia e vimos um prédio que era um sonho! E lembramos que uma vez entramos para conhecer um apartamento, e desta vez chamamos meus pais pra ir conhecer junto, pois queríamos muito morar lá.

Eles foram de má vontade, mas acabaram também se encantando. Era muito grande e chique, nem fazíamos idéia do preço mas fomos ver o segundo andar. Já no primeiro tinha a piscina do prédio inteiro, enooorme... E no segundo andar, a cozinha era pequena, mas de mais era grande. Tinha uma varanda enorme com uma piscinona exclusiva, mas ela estava vazia e cheia de cocôs de cachorro, mas não me importei porque se fosse mudar pra lá eles iam ter que limpar antes de sair.

Aí nos convidaram pra olhar o terceiro andar, e nessa hora era mais um triplex do que apartamento, pois olhando de fora não se viam os andares acima. No último andar, a vista era maravilhosa e olhando tudo aquilo eu disse: "Precisamos morar aqui. Quero ter minha Palm Island própria!!" E realmente parecia uma ilha artificial, a água ao redor era limpa e linda e a areia formava lençóis com pequenas piscinas, além de outras piscinas normais nesta ilha. Tinha também um campo de golf e mais coisas.

Depois fomos embora dali mas permanecemos próximos do prédio. E então tinhamos que assistir uma coisa na televisão (acho que era novela) e subimos pra um apartamento teoricamente vazio, só para assistir. Não lembro se conhecíamos a pessoa que morava ali e porque fizemos isso, mas fomos. Lá tinha um cachorro enorme que adorava morder.. mas era de brincadeira.. no começo tive medo dele, parecia um guardião, aí descobri que era na brincadeira e corri muito com ele, e me jogava no chão, fiquei até cansada.
Mas apareceu uma menina no apartamento, que morava ali e era dona do cachorro. Mas acho que ficamos amigos.

Depois então, fui para um cruzeiro em outro lugar do mundo. Mas antes de embarcar tinha uma praça onde desfilavam todas as "tribos" de jovens.. eu lembro das nerds, eram muito engraçadas.. Vestidas a caráter, e uma japonesa junto não sabia como devia agir e fazia cara de metida.. então as outras falaram pra ela: "não é assim a cara de nerd, é assim!!" Mas ainda sim ela ia desfilando rebolando.

Depois veio a tribo das vegetarianas.. ahaahaha era muito engraçado.. Porque além de vegetarianas elas tinham várias outras "escolhas".. tipo.. gostavam de antropologia e sei lá mais o que, e todas que entrassem nesse grupo também deveriam gostar.
Só sei que fui parar em um grupo estranho, onde tinham 2 mulheres mais velhas e um cara meio nada a ver. Não sei qual era nosso rótulo.. mas conforme íamos pro navio eu puxei papo e todos foram bem bacanas.

Aí as pessoas do navio achavam que esse cara nada ver era meu namorado.. acho que ele usava uma aliança igual a minha. Daí todos invocaram que era o dia do meu aniversário e paravam e diziam: "Nossa.. como é que o seu namorado esquece a data do seu aniversário e nem te dá parabéns ou um presente???"

Até que cansei de explicar que não era meu namorado e começei a dizer: "Ah é porque as pessoas me confundem com minha irmã.. hoje é o aniversário dela e não meu." Eu lembro de inventar isso pensando "que dia será que é hoje?"

Aí virei amiga desse carinha, acho que ele usava camiseta do Blind Guardian.. ahahahah E ele foi jogar alguma coisa.. acho que futebol e eu tinha que esperar ele na entrada pra "quadra". Só que na verdade ele entrou em um armário e ficou por lá, e isso era normal!! E eu tinha que ficar do lado de fora esperando.. ele sair do armário.. :P Vai entender..

Então eu cansei de esperar e fui andar.. num caminho que era bem familiar pra mim.. mas eu não saía dali comecei a enjoar. Aí eu lembrei "esse cruzeiro é pra ter shopping.. acho que vou fazer umas compras.."

Na parte boa o sonho acaba né...
Mas eu preciso escrever mais os sonhos.. pra fixá-los melhor e continuar lembrando. Nos dias atrás tive sonhos interessantes, mas não lembro..
Em um deles estava num banco com o Júlio, e ele devia ser falsificador de cheques. Uns bandidos entraram pra assaltar o banco, eu me desesperei enquanto o Juh ficou numa boa rindo da minha cara. Mas já esqueci dos detalhes! :/